quinta-feira, 20 de abril de 2017

A questão Roustaing


Essa é uma das grandes controvérsias que envolve a Doutrina Espírita, isso desde os primórdios do Espiritismo na França, mas que respingou em outros lugares onde a codificação kardequiana achou espaço para se desenvolver, inclusive aqui no Brasil: "A questão Roustaing".

Em terras brasileiras o "problema" básico é que, segundo algumas fontes, a instituição espírita mais influente – a Federação Espírita Brasileira (FEB) –surgiu a partir de ideários tanto espíritas quanto roustainguistas, inclusive, tendo sido seu estatuto formulado com a orientação de, além das obras básicas de Allan Kardec, estudar a obra Os Quatro Evangelhos de Jean-Baptiste Roustaing, e isso já no seu primeiro artigo, dando a entender que a FEB, além de espírita, se fundamenta no chamado Roustainguismo.


E já é tradição essa questão ganhar novo fôlego sempre que a FEB troca de diretoria, fazendo crescer a expectativa de o novo presidente e sua diretoria dê um parecer definitivo sobre a polêmica, como no caso da ascensão de Jorge Goldinho à presidência da instituição, ocorrida em 2015. A exemplo disso, podemos conferir a entrevista do pesquisador espírita Jorge Hessen com o presidente da FEB, conforme publicação do site A Luz na Mente (ver aqui).

Motivada por essa tradição, temos como outro exemplo uma carta aberta dirigida ao presidente febiano, assinada por José Sola, dirigente da Instituição Beneficente José de Mococa (Parque Bristol, São Paulo Capital) que aqui reproduzimos:

Senhor Jorge Godinho, Presidente da Federação Espirita Brasileira,
Senhor presidente, estou lhe enviando uma nova missiva, expondo incontida indignação, cingido pelos sentimentos de inúmeros confrades e líderes espiritas, a respeito da infeliz intensão dos diretores dessa instituição, incluindo vossa senhoria, de republicar as controversas obras de Jean-Baptiste Roustaing, em homenagem aos cento e cinquenta anos de lançamento das obras do referido autor.
A encaminho para V. Sa., tanto quanto para a diretoria dessa conceituada instituição, na esperança de obter resposta, e eu entendo de que pelo menos V.Sa. deveria me contestar, pois somos irmãos de ideal, e V.Sa. como presidente da FEB, deveria oferecer-me atenção, não porque eu me sinta com privilégios para tal , mas porque este é um direito de qualquer espírita, e é ainda uma postura de dignidade apresentada da parte do dirigente dessa respeitável instituição.
E já estamos informados de que a clausula pétrea criada pelos roustainguistas, vinculando o rustenismo ao espiritismo foi modificada, e para desvincularmos o roustanguismos do espiritismo, só depende de sua boa vontade.
E eu acredito que você é uma pessoa idônea, digna e responsável, então me demoro no aguardo de que essas suas virtudes, essa atitude indigna e desrespeitosa mesmo, pois os roustanguistas pretendem indebitamente se apossar da doutrina, e inserir dogmas que afrontam o espiritismo e seu codificador.
Justificarei porque tal atitude é desrespeitosa, pois Os Quatros Evangelhos importa o signo do improfícuo misticismo, organizada por espíritos falazes, pseudo sábios, mistificadores, que não se acabrunharam diante de suas intenções maléficas, e utilizaram mesmo, o nome venerando dos apóstolos; mas indago, será que os apóstolos de Jesus, se demorariam contrários a Kardec? Recordemos que o mesmo demoliu de forma lógica e racional os dogmas das religiões ortodoxas, consoante consta na obra O Céu e Inferno, os supostos apóstolos retificaram o que disse Kardec entronizando outra vez esses dogmas?
Apresentarei alguns tópicos absurdos dessa obra, isto é logico, para começar, pois vou continuar dialogando com V.Sa. e estaremos extrapolando essa mística juntos, vejamos.
“Mas, não o esqueçais: todo aquele que reveste a carne e sofre, como vós, a encarnação material humana – é falível.” (pág. 166). O que nos apresenta o espírito nestas palavras, é que se Jesus tivesse tido um corpo material como o nosso, estaria sujeito às dores e a todas as necessidades físicas que o mesmo nos impõe, isto é, seria falível.
Mas se Jesus não houvesse tido um corpo de matéria como o nosso, não teria porque alimentar-se, e isto ele o fez, pois jamais tivemos da parte de seus discípulos, uma informação de que ele houvesse deixado de viver tal necessidade, se esta informação fosse verdadeira, os discípulos o teriam relatado, pois conviveram com o Mestre até o momento de sua crucificação, e nenhum deles apresenta a menor citação deste acontecimento incomum. Antes do momento de sua prisão, Ele e seus discípulos cearam, sendo que Judas estava ausente, e este momento foi descrito pelos seus discípulos, e nenhum deles narra o fato de ele não haver participado da ceia, e não o apresentam em nenhum momento.
Outra coisa, Jesus nunca entrou num compartimento que se demorasse de porta fechada sem abri-la enquanto esteve encarnado, acredito mesmo que lhe fosse possível através da faculdade de efeitos físicos, pois Ele possuía esta mediunidade a ponto de haver permitido a materialização de Moisés e Elias no monte Tabor.
Não esquecendo ainda de que a médium de efeitos físicos D’Esperance, quando se demorava em trabalho de materialização, conforme narrado, por Denis, Aksakof, e outros experimentadores da época, desmaterializava o corpo físico, cedendo ao espirito materializante, não apenas o ectoplasma, mas também as células físicas.
Os experimentadores entravam na cabine e encontravam a poltrona vazia, enquanto que a médium havia sido atada pelos braços e pelas pernas, e mais lhe haviam passado pelos orifícios do ouvido, um cordão de nylon prendendo-o nos braços da poltrona selando esses laços com cera, isto nos diz de que a médium não teria como ausentar-se pelos métodos comuns, e isto corroborava a desmaterialização da médium.
Isto digo para lembrar de que se Jesus desejasse poderia realizar esta façanha, mas nunca o fez, deixou sempre bem claro de que era um ser encarnado que se alimentava, abria as portas para ingressar nos aposentos, e embora jamais haja vivido as nossas vicissitudes, mas sem duvida alguma, viveu as nossas necessidades. Ele realmente foi infalível na sua condição espiritual, pois já havia suplantado todos os vícios e paixões, e como aprendemos em doutrina espirita, ninguém pode dar daquilo que não tem, então em sua passagem pela Terra e só apresentou amor, luz, e vida, pois é o que possuía, e possui, em seu Espirito glorioso.
Mas não foi apenas neste tópico desta obra infeliz que Roustaing faz referencias a haver Jesus sido um agênere, um ser imaterial, que representava haver reencarnado, mas que tudo não passava de uma representação vou apresentar outra informação insustentável e mística da parte desses espíritos, vejamos:
“Quando Maria, sendo Jesus, na aparência, pequenino, lhe dava o seio – o leite era desviado pelos Espíritos superiores que o cercavam, de um modo bem simples: em vez de ser sorvido pelo “menino”, que dele não precisava, era restituído à massa do sangue por uma ação fluídica, que se exercia sobre Maria, inconsciente dela.” (1º vol, pág. 243).
“Os Espíritos superiores que o cercavam em número, para vós, incalculável, todos submissos à sua vontade, seus dedicados auxiliares, faziam desaparecer os alimentos que lhe eram apresentados e que não tinha para ele utilidade. Aqueles Espíritos os subtraiam da vista dos homens, de modo a lhes causar completa ilusão, à medida que parecia ser ingeridos por Jesus, cobrindo-os, para esse fim, de fluidos que os tornavam invisíveis. ” (1º vol, págs. 262/263).
Interessante é que somos informados que todos os espíritos que o cercavam, eram submissos a sua vontade, seus dedicados auxiliares, e questionamos; qual era a necessidade de tantos espíritos superiores? Não poderia ele mesmo executar esse trabalho, uma vez que tinha esse poder?
Enquanto sua estadia na Terra, o mestre nunca se utilizou da intervenção de espíritos superiores para a realização das curas que praticava, quando se reportava ao poder divino, este sempre se dirigia diretamente a Deus.
E mais, denigrem a imagem virtuosa de Maria, mãe de Jesus. Os falsos evangelistas a denigrem, taxando-a de ignorante das leis materiais (vol. 1 de pág. 202); “... alegando que esta teve completa ilusão do parto e da maternidade” (vol. 1 de pág. 196); “... cumpria muito pouco dos deveres que a maternidade impõe às mulheres” (vol. 1 de pág. 246).
Os aleivosos “discípulos do Mestre” relatam que a gravidez de Maria foi aparente e dão uma informação científica que prima pela infantilidade, desconhecendo inteiramente o mecanismo fisiológico de uma gravides”...
Pela ação dos fluidos empregados, o mênstruo parou durante o tempo preciso de uma gestação, contribuindo este fato para a aparência da gravidez, pela intumescência e pelos incômodos ocasionados”. Aliás, os “evangelistas”, que ditaram “A Revelação da Revelação”, desconhecem mesmo a fisiologia humana, desde que igualmente afirmaram: “O que entra no homem vai aos intestinos e daí para o lugar secreto” (pág. 557, vol. 4). E é essa mística grassa que infelizmente ainda é divulgada em nossa doutrina, lastimavelmente, pois as incongruências filosóficas e cientificas são absurdas.
E mais, nos informam de que Jesus na infância, “gostava da solidão e seus hábitos eram tidos por quase selvagens, visto não conviver com os meninos de sua idade” (pág. 246, vol. 1). Que brutalidade! O amado Mestre, Espírito puro por excelência, depreciado e desrespeitado mais uma vez pelas entidades mistificadoras, ante Cristo, que compõe a falange roustainguista. Os Espíritos trevosos, juntamente com o Sr. Roustaing, conseguiram até mesmo menoscabar a figura poética da “Rosa de Sarom” (“Lírios do Campo”), tentando tornar vil, desprezível, a bela imagem inspirada pelo Cristo, falando do amparo divino: “... nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles”, Mateus 6: 28-29, dizendo que os lírios eram habitat de larvas constituídas de substâncias humanas, “que rastejam ou antes deslizam, tendo os membros, por assim dizer, em estado latente”, encarnação de “anjos decaídos”, Espíritos superiores que sofreram processo de retrogradação espiritual, que faliram por terem se transviado pelo orgulho, quando já estavam trabalhando na constituição de planetas (vol.1 de pág. 313). Quanta insânia! É senhor Godinho, como é que vamos esclarecer esta “revelação” mística como se demora?
Sendo o espiritismo uma doutrina lógica e racional, como adicionar um misticismo dessa monta ao mesmo, sem adulterar lhe o postulado? O que Roustaing nos apresenta em sua obra, nos diz de que Jesus não passou de um homem mentiroso e mistificador, pois passou pela vida desde a infância, enganando-nos, não necessitava de alimento, então fingia mamar, até então não teve culpa, pois foi à mamãe e os espíritos superiores que se detiveram a desviar o leite, iludindo a Humanidade. Mas o garotinho foi crescendo e continuou a enganar, agora já sabia o que estava a fazer, engava o pai, fingindo trabalhar, tornou se homem e continuou a fingir, então fingia alimentar-se, mas não parou nisto. Foi preso e foi crucificado, sendo pregado na cruz, e o pior é que um corpo energético se permitiu pregar pelas mãos, e ainda mais cruel de toda esta farsa, é que ele fez com que seu sangue fosse derramado, pelas mãos e pela cabeça, quando lhe colocaram a coroa de espinhos, tanto quanto quando lhe cravaram as cravas nas mãos e nos pés.
Senhor Godinho, estes apontamentos de Roustaing transformam Jesus em um farsante, pois conforme as informações apresentadas no evangelho, nosso Mestre sofreu ao ser pregado na Cruz do Calvário, mas conforme nos foi informado pelo autor dos Quatro Evangelhos, o corpo de Jesus era fluídico, então tudo isto não passou de uma representação, e o que é pior, mentirosa.
Senhor Godinho o Roustaing não deixa de corromper apenas a lógica do espiritismo, que Allan Kardec nos pediu com tanto ênfase a conservássemos, e que estas nos fossem o paramento de análise do que ouvimos dos homens e dos espíritos, mas corrompe ainda e também a verdade, apresentando-nos um Jesus místico e mentiroso que passou pela vida engando a humanidade.
Meu amigo, esta obra escrita por Roustaing valida o dogma católico de Niceia o do à imaculada Conceição, e o que é pior, procura transformar este dogma em uma verdade, utilizando-se do espiritismo, da mediunidade, e como já dito do nome venerável dos apóstolos. O senhor pode negar Godinho, de que Os Quatro Evangelhos, não é uma obra mística?
Que pena meu amigo que você e o pessoal da FEB se demorem a prestar homenagens a espíritos mistificadores, pois se eu me demorasse designando-os com outro nome eu não estaria sendo sincero, pois espíritos, não direi superiores, mas bons, sinceros, e honestos, não teriam uma atitude indigna e infeliz como esta.
Na carta aos Efésios, Capítulo 5:11, Paulo chama-nos a atenção, clamando: “Não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as”. E em O Livro dos Espíritos Allan Kardec questiona o Espirito da Verdade, e  recebe deste a seguinte resposta, vejamos:
624. Qual o caráter do verdadeiro profeta?
"O verdadeiro profeta é um homem de bem, inspirado por Deus Podeis conhecê-lo pelas suas palavras e pelos seus atos. Impossível é que Deus se sirva da boca do mentiroso para ensinar a verdade."
Então meu amigo Godinho, eu e você, temos um dilema nas mãos, pois conforme Kardec nos é preferível rejeitar noventa e nove verdades, e não aceitarmos uma mentira, e nos Quatro Evangelhos nós não encontramos apenas uma mentira, mas muitas mentiras; lógico exceto que os roustanguistas provem em contrario.
Senhor Godinho, me responda, vamos procurar esclarecer quais os motivos que levam a FEB permanecer subordinada a esses espíritos mistificadores, pois eu sei meu querido irmão que nem V.Sa. nem os demais diretores dessa Casa podem negar o que aqui escrevo. Se este evento infeliz for concretizado, nós espiritas só temos a lamentar, por V.Sa. , pois estarás a ligar-te a essas entidades mistificadoras por séculos e séculos consecutivos, e pela FEB que se demorará presa desses espíritos mistificadores que a subjugarão ainda por tempo indeterminado.
Estou à espera de sua resposta, fique tranquilo meu amigo, pois vamos nos  relacionar conforme nos pede o Espiritismo, polemizar de maneira inteligente, atentos como devemos ser ao respeito e ao amor que devemos aos nossos opositores. Pois eu tenho certeza amigo querido de que um dia, a lógica e a razão estarão suplantando essa mística insustentável, pois a evolução é implacável e a nada e a ninguém relega a imaturidade e as ilusões efêmeras da vida. Mas utilize o bom senso, a inteligência e a lógica, e não se demore como pedra de escândalo, pois conforme as palavras de Jesus, é necessário que o escândalo venha, mas ai daquele por quem o escândalo vier.
      Um abraço.
          José Sola
Saiba mais sobre a polêmica entre o Roustainguismo e os espíritas.

E, claro, dada a importância desse assunto, certamente voltaremos a tratar dele em outras ocasiões.


3 comentários:

  1. Ora, o único Espírito não falível por aqui aportado, ao que saibamos, o fora, de fato, o do nosso Mestre Redentor. E, sobre tal questão, ainda, que se consulte uma mensagem de Kardec que, desencarnado, teria voltado a tratar da importante questão. Tal se dera em agosto de 1913, através da médium Zilda Gama, cuja comunicação encontra-se publicada integralmente no livro “Diário dos Invisíveis” (Ed. Pensamento). Nela, Kardec, mais instruído e purificado, comunica:

    "Afirmo, agora, baseado nas verdades transcendentes, que Jesus, o Emissário divino, foi o Ente mais evoluído, da mais alta estirpe sideral que já baixou à Terra, em cumprimento de uma incumbência direta do Pai Celestial, e, portanto, o que houve de anormalidade em sua existência não foi uma seleção parcial feita por Deus, mas uma justa homenagem que lhe era devida ao próprio mérito”.

    “Nós, distanciados como estamos de sua perfeição (ele usa o termo: perfectibilidade = impecabilidade), não gozamos das mesmas regalias ou prerrogativas que lhe foram outorgadas, mas podemos adquiri-las, em séculos e milênios de dedicação, labor, esforço próprio, prática de todas as virtudes. Era, pois, Jesus, já naquela época - a do início do Cristianismo - uma personalidade superior, que, para bem desempenhar sua missão planetária, teve de tecer suas vestes tangíveis, com as quais ofuscou o brilho de sua Alma radiosa, constituída de eflúvios cósmicos, que se solidificaram, que se aderiram ao mediador plástico, dando-lhe a aparência de materialidade, mas que podiam ser dissolvidos ao influxo de sua vontade." (Opus Citado).

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  2. REFLITAMOS COM EMMANUEL (O CONSOLADOR-FEB):

    -Pergunta:

    “Numerosos discípulos do Evangelho consideram que o sacrifício do Gólgota não teria sido completo sem o máximo de dor material para o Mestre Divino. Como conceituar essa suposição em face da intensidade do sofrimento moral que a cruz lhe terá oferecido?”

    -Resposta:

    “A dor material é um fenômeno como o dos fogos de artifício, em face dos legítimos valores espirituais. Homens do Mundo, que morreram por uma ideia, muitas vezes não chegaram a experimentar a dor física, sentindo apenas a amargura da incompreensão do seu ideal”.

    “Imaginai, pois, o Cristo, que se sacrificou pela humanidade inteira, e chegareis a contemplá-Lo na imensidão da sua dor espiritual, augusta e indefinível para a nossa apreciação restrita e singela”.

    “De modo algum poderíamos fazer um estudo psicológico de Jesus, estabelecendo dados comparativos entre o Senhor e o homem”.

    “Em sua exemplificação divina, faz-se mister considerar, antes de tudo, o seu amor, a sua humildade, a sua renúncia por toda a humanidade”.

    “Examinados esses fatores, a dor material teria significação especial para que a obra cristã ficasse consagrada? A dor espiritual, grande demais para ser compreendida, não constitui o ponto essencial da sua perfeita renúncia pelos homens?”

    “Nesse particular, contudo, as criaturas humanas prosseguirão discutindo, como as crianças que somente admitem as realidades da vida de um adulto, quando se lhes fornece o conhecimento tomando para imagens o cabedal imediato dos seus brinquedos”. (Opus Citado).

    ========================

    Este, pois, o pronunciamento de Emmanuel, o pronunciamento favorável ao Corpo Fluídico materializado de Jesus; e, materializado, pois, por meio de fluidos "humanos ou animalizados, de modo a manter-se, segundo a Vontade do Mestre e às necessidades de sua missão terrena" (Roustaing - Tomo 1).

    Este, pois, o pronunciamento de Emmanuel; este, pois, o pronunciamento de um Espírito Superior que, na Codificação Espírita, ele fora um colaborador, e, inclusive, assina a mensagem - O Egoísmo - de "OESE" (AK); um Ser, pois, das falanges do Cristo, que sabe de Sua Verdade, que participa das coisas divinas e universais, o que, certamente, transcende o primitivismo da mentalidade humana, de criaturas que mais se parecem crianças dando seus primeiros passos rumo à Espiritualidade, nossa meta e nossa destinação suprema, rumo a Jesus, rumo a Deus: Nosso Pai.

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  3. “Em Jerusalém, no templo, (Jesus), desaparece de chofre, desmaterializando-se ante a expectação geral”... ,
    e...
    “Em cada acontecimento, sentimo-lo a governar a matéria, dissociando-lhes os agentes e reintegrando-os à vontade...”.

    (Vide: “Mecanismos da Mediunidade” – Chico Xavier – Espíritos: André Luiz, prefácio de Emmanuel - Feb).

    Não só a equipe espiritual de Xavier, como a equipe espiritual de Divaldo confirmam Roustaing! Na obra "À Luz do Espiritismo" (Editora Leal), o sábio Espírito de Vianna de Carvalho, informa:

    "Em Nazaré, ante a turba enfurecida, Jesus utilizou a faculdade da desmaterialização" (Opus Citado).

    Em suma, os Espíritos mais esclarecidos do Mundo, estando eles encarnados ou desencarnados, não rejeitam a obra de Jean-Baptiste Roustaing: "Os Quatro Evangelhos" (Feb), mas o confirmam sobejamento, o que pode ser visto ainda em nossa 'trilogia' de e.Books:

    -Kardec, Roustaing e Pietro Ubaldi;
    -Espiritismo e Livre Pensamento; e:
    -Síntese Embriológica do Homem.

    MUI GRATO POR NOS DAR OPORTUNIDADE DE EXPOR NOSSAS IDEIAS QUE,
    PRESENTEMENTE, ESTÃO REGISTRADAS EM CERCA DE QUINHENTOS TEXTOS E MEIA CENTENA DE E.BOOKS:
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